03086 a2200313 4500001001500000003000800015005001700023007001500040008004000055020002200095024003500117040001500152041000800167100003000175245008500205260005000290300001100340500001000351520208300361540006502444650005002509650001502559650001202574650002202586650002602608776002202634856010102656999001502757OB-cidehus-265FrMaCLE20251214082603.0cu ||||||m||||160912e||||||||xx |||||s|||||||||0|pt|d a978-2-8218-6985-17 a10.4000/books.cidehus.2652doi aFR-FrMaCLE apor1 aCalixto, José António10aBibliotecas para a Vida II :bBibliotecas e Leitura /cJosé António Calixto. aÉvora :bPublicações do CIDEHUS,c2016. a614 p. aEbook a Os últimos anos tem assistido a importantes transformações nas bibliotecas portuguesas. A expansão tanto da Rede de Bibliotecas Públicas (iniciada em 1986) como a das Bibliotecas Escolares (dez anos depois), acompanhada por melhorias significativas nas bibliotecas universitárias, alargou substancialmente a oferta de livros e outros materiais de informação, bem como de novos serviços. Se a isto se juntarem as acções continuadas de promoção da leitura da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, o Plano Nacional de Leitura e muitas outras iniciativas de carácter local, pode-se ter alguma esperança de que em breve Portugal saia em definitivo dos últimos lugares nos estudos comparativos sobre literacia. Neste contexto irrompeu, mais recentemente, aquilo que tem sido designado por "Web social" ou "Web 2.0", conceito que rápidamente contaminou as conversas e as discussoes entre profissionais e estudiosos da área das bibliotecas e ciências da informação, desenvolvendo-se também a ideia (e alguma prática) do que tem sido designado por "Biblioteca 2.0". As bibliotecas vêem-se assim, em Portugal, confrontadas com um duplo desafio: Por um lado apoiam o desenvolvimento de competências básicas de leitura, procuram tornar o livro acessível a todos, ajudando populações desfavorecidas a vencer muitas barreiras (como o isolamento ou a doença), desenvolvem estrategias para atrair novos leitores e melhorar a qualidade da leitura. Para tudo isto precisam de se preparar, equipar e formar o seu pessoal com perfis específicos. Num outro sentido, não necessariamente antagónico, parceiro mesmo segundo alguns, as tecnologias impõem-se, e longe vai o tempo em que se discutia o papel das TIC na organização das bibliotecas. Os desafios que são colocados pela "biblioteca 2.0" e pelo desenvolvimento das redes sociais, sao de modo a exigirem aos profissionais novas e profundas alterações de competências e comportamentos. As redes sociais podem baralhar ou mesmo inverter completamente os… aOpenEdition Books Licenseuhttps://www.openedition.org/12554 4aLibrary, Information & Communication sciences 4abiblioteca 4aleitura 4anovas tecnologias 4aPenínsula Ibérica z978-972-772-949-44 eCalixto, José Antóniouhttps://books.openedition.org/cidehus/265yBibliotecas para a Vida II c3324d3324